A seca faz parte da pecuária brasileira. Ela chega todo ano. O que muda é a intensidade, o tempo que dura e o impacto que ela provoca dentro de cada fazenda. É nesse período que o pasto deixa de ser garantia e passa a exigir ainda mais atenção do pecuarista.
Quando a qualidade da forragem cai, o desempenho do rebanho passa a depender diretamente do manejo nutricional adotado no cocho.
O impacto da seca no desempenho do rebanho
Com menos proteína e menor digestibilidade no capim, os animais reduzem desempenho produtivo e podem perder peso rapidamente. Sem suplementação adequada, o rebanho pode perder entre 20% e 30% de peso durante o período seco.
Na prática, isso impacta:
- ganho de peso
- eficiência produtiva
- taxa de lotação
- margem da fazenda
Por isso, a seca exige vigilância constante e decisões mais estratégicas dentro da operação.
Nutrição passa a ser proteção
Na seca, suplementação não é apenas complemento. Ela passa a ser ferramenta de proteção do desempenho do rebanho. Entre as estratégias nutricionais mais utilizadas nesse período estão:
- suplementos proteico-energéticos
- minerais ureados
- rações
O objetivo é ajudar o animal a aproveitar melhor os nutrientes disponíveis no pasto e reduzir perdas produtivas ao longo do ciclo.
A seca exige atenção ainda maior
Durante a seca, a qualidade do pasto cai e a fibra se torna menos digestível para os bovinos.
Nesse cenário, estratégias nutricionais mais eficientes ajudam o animal a manter desempenho mesmo com maior pressão sobre o sistema produtivo. A inclusão de ureia, por exemplo, auxilia os microrganismos ruminais a aproveitarem melhor a fibra do capim seco.
Além disso, o fornecimento regular do suplemento e o manejo correto dos cochos fazem diferença no resultado.
Manejo também faz diferença
Além da nutrição, o resultado depende do manejo correto. A disponibilidade de água, frequência de trato, adaptação alimentar e espaçamento adequado de cocho influenciam diretamente o desempenho dos animais durante a seca. É justamente por isso que o planejamento faz diferença.
Fazendas preparadas conseguem atravessar o período com mais estabilidade, segurança e eficiência produtiva.
Segurança para tomar decisão no momento mais crítico do ciclo
O pecuarista não procura discurso bonito durante a seca. Procura segurança. Segurança para decidir o quanto investir, como proteger margem e quais estratégias ajudam o rebanho a manter desempenho mesmo em um período de maior pressão.
Na Cooperativa COMIGO, o produtor encontra suporte técnico, soluções em suplementação e nutrição para atravessar a seca com mais eficiência e proteção produtiva.
Força que não para. Nem na seca.
