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Milho tiguera: como realizar o manejo e evitar prejuízos

Data: 17/11/2020

O aparecimento do milho tiguera é muito comum na época do plantio da soja na região sudoeste de Goiás, devido ao sistema agrícola ser o de sucessão, sendo a soja em 1ª safra e o milho em 2ª safra em um mesmo ano agrícola. Esta ocorrência pode causar prejuízos de até 90% na produtividade de grãos da soja. Porém, com a realização do seu controle por meio do uso de herbicidas em pré e pós-emergência das plantas, é possível reduzir e até mesmo eliminar este problema. 

O pesquisador agronômico do ITC – Instituto de Ciência e Tecnologia da COMIGO - Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano, Dieimisson Paulo Almeida, afirma que o que determina a perda de produtividade na soja é a quantidade de plantas do milho tiguera existente na área, associado ao tempo em que a soja no início do estabelecimento convive com as plantas de milho tiguera. Por isso, apesar de inevitável na região, é necessário controlar.

No surgimento do milho tiguera, “tem que entrar com herbicidas graminicidas, conhecidos como dims (ex: Cletodim) e fops (ex: Haloxifope e Quizalofope), no entanto, o herbicida aplicado em pré-emergência pode ajudar na uniformização do fluxo porque, normalmente, ao tombar plantas de milho, vão ter espigas no solo e o herbicida com ação em pré-emergência vai ser absorvido pelas raízes das plantas de milho tiguera, assim a gente pode reduzir a aplicação dos herbicidas em pós-emergência e o potencial de matocompetição”, explica Almeida. Além disso, evita-se a ponte verde para pragas (insetos) infestarem o milho na segunda safra.

Confira no vídeo abaixo mais informações sobre o assunto e outros detalhes sobre o manejo:




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